11 de maio de 2011

2.0

Uma nova fase dentro do processo de criação deste ser que lhes escreve, para entender melhor acesse o eXpresSãO vIRTual:

http://expressaovirtualarte.blogspot.com/

Abraço a todos!

27 de fevereiro de 2011

9 de fevereiro de 2011

Banho de Mar

À espera de inspiração
Ela não chega
Amanhece desavisada
Disfarçada, obrigada a ser o que não é

Na bagagem feita às pressas não há meias nem calças
Nada
A própria mala é a bagagem
Livre, entregue às distâncias e substâncias
Juntas compõem o sopro do ar na areia

Não espero mais o momento eterno
Vou continuar a rabiscar
Areia

18 de janeiro de 2011

O que você precisa para se sentir vivo?

Ando por aí... Levo comigo apenas suas palavras guardadas em algum lugar. Meu caminhar se perde entre meus passos falsos. Percebo tudo ainda vazio. Eu, vazio. (...) Me perco por aí. Me perco em mim. Em mim. Em ti. Nele. Nela. Em nós. Me perco.

7 de janeiro de 2011

É um mistério pra mim
Pensar no que sou
No que devo fazer
Pensar em pensar

Não saber
Se há um rumo certo
E se há
Não saber

É um mistério
O futuro
O futuro
Não há

Sempre será
Nunca foi
Entender?

O Mistério


Inspirado no 1° verso da música SOCIETY (Eddie Vedder), trilha do filme Na Natureza Selvagem.

21 de dezembro de 2010

E quando você não consegue dormir?

Vaga?
(...)
Meus pensamentos...
Devaneios...
Escolhas...
Caminhos...
Vaga!
Há vaga.
Pra quem?

26 de outubro de 2010

Folhas caem
As águas refletem
Todo verde ao redor




ps. Cena presenciada no dia 14 de Novembro de 2009

19 de setembro de 2010

E das flores...

Há tempos esperava um disco voador para tirá-lo dali. Há tempos queria sair dali. Há tempos. (...) Cansado já estava de ser mais um na frente da tv. Porém, o engraçado era que, após descobrir tudo isso, queria voltar e nunca... Mas nunca ter pensando isso tudo. Pois, assim talvez fosse mais feliz. Talvez.

1 de setembro de 2010

Ausência

O silêncio observa a distância de um vazio que dói
Não constrói
Me jogo esperando
A vertigem da pedra que cai, se desfaz
Quero cair morro abaixo
Sem laço
No trato um afago
Espera! Que do chão não passa
Mas faz de conta que passa
Toda vida uma queda
Morro acima, morro abaixo
Pé de serra, beira mar
Alto, enfim profundo
Letra muda que vai
Se perdendo nas rochas, nas chuvas de saudade
Veneza que a certeza afundou



Este poema foi escrito agora pouco em parceria com Eddy Andrade