terça-feira, 20 de abril de 2010

Quebra da barreira da tecnologia




Vivemos os extremos da vida,
Conduzidos por seres que desejam evoluir,
E do outro lado, seres que desejam o contrário.

Uma grande escada que sobe e desce
O minimalismo da gangorra universal,
Em que cada força produz sua semelhante
No oposto da mesma balança,
Sofrendo o impacto e rebatendo a 180 graus,
Ultrapassando a barreira do equilíbrio,
Encontrada em qualquer extremo.

Cidades se expandem, a natureza se retrai,
Sobrevivendo apenas o ser que mais se defendeu,
Enfim pronto para troca de energia.


escrito em meados de 2005

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Hora de quê?

Talvez as imagens surrealistas avermelhadas, que lhe surgiram à mente durante o sono, fossem reflexo da carga acumulada de alegrias e tristezas, durante os seus quarenta e tantos equinócios, com o impacto da conversa que teve com o seu melhor amigo no dia anterior, conversa esta que discutiram sobre a mecanicidade do seu viver, semelhante à sua própria rotina incolor na fábrica que lhe sustenta. Tais palavras vindas soaram como tapas de um despertador às 4h da madrugada de um domingo.