terça-feira, 21 de dezembro de 2010

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Folhas caem
As águas refletem
Todo verde ao redor




ps. Cena presenciada no dia 14 de Novembro de 2009

domingo, 19 de setembro de 2010

E das flores...

Há tempos esperava um disco voador para tirá-lo dali. Há tempos queria sair dali. Há tempos. (...) Cansado já estava de ser mais um na frente da tv. Porém, o engraçado era que, após descobrir tudo isso, queria voltar e nunca... Mas nunca ter pensando isso tudo. Pois, assim talvez fosse mais feliz. Talvez.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Ausência

O silêncio observa a distância de um vazio que dói
Não constrói
Me jogo esperando
A vertigem da pedra que cai, se desfaz
Quero cair morro abaixo
Sem laço
No trato um afago
Espera! Que do chão não passa
Mas faz de conta que passa
Toda vida uma queda
Morro acima, morro abaixo
Pé de serra, beira mar
Alto, enfim profundo
Letra muda que vai
Se perdendo nas rochas, nas chuvas de saudade
Veneza que a certeza afundou



Este poema foi escrito agora pouco em parceria com Eddy Andrade

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Revira(e)volta


foto: Victor Canti

Sob lágrimas torrenciais
Talvez tenhamos perdidos
Mas, sempre é possível!
Alcançar
Alçar
Lançar
Lançar-se
Ser
Sê!

terça-feira, 10 de agosto de 2010



foto: Mateus Rosa


O fato que alimenta
o fado
é fardo

Pesadelo


aglomerado de cinzas
na glória
dos pulmões
petrificados...

ps: este post é a retomada do projeto Foto+Poesia

sábado, 17 de julho de 2010

Quando parece

Sabe quando parece que você precisa de mudanças? (...) Sabe quando parece que você precisa fazer alguma coisa? Sem saber o que é. Mas precisa fazer algo. (...) O barco navega... Navega... Navega... A maré está tranquila. Calmaria. Talvez quimera. Os olhos enxergam. Mas será que vê? Ouvir. Falar. Cheirar. SENTIR! (...) Bem. A mente não pára. Mente. Engana. (...) Bem. Talvez eu necessito dormir.



"I´m scared when i´m at home
In my apartment on my own
It´s changing colours through the day
It don´t bother me when i´m ok"
(

Lost & Found - the radio dept.

)

quinta-feira, 20 de maio de 2010

4 anos!

Neste mês, A Margem Oposta completa seu quarto aniversário e, para comemorar, nós lançaremos durante o Festival da Mantiqueira o "Alegorize" nº4.

Para quem ainda não conhece, o Alegorize é uma forma alternativa de divulgar nosso trabalho literário. Trata-se de um mini-zine impresso em folha A4 e dobrado de maneira que caiba num bolso. Faça o download clicando na imagem abaixo:







Já o Festival da Mantiqueira é uma grande festa literária organizada pelo Governo do Estado de São Paulo através da Secretaria de Estado da Cultura, que desde 2008 acontece no distrito de São Francisco Xavier, em São José dos Campos.
Neste ano, o evento será realizado nos dias 28, 29 e 30 de maio. Clique aqui para acessar a programação.

Nos encontramos por lá!

Abraços,
Equipe A Margem Oposta

terça-feira, 20 de abril de 2010

Quebra da barreira da tecnologia




Vivemos os extremos da vida,
Conduzidos por seres que desejam evoluir,
E do outro lado, seres que desejam o contrário.

Uma grande escada que sobe e desce
O minimalismo da gangorra universal,
Em que cada força produz sua semelhante
No oposto da mesma balança,
Sofrendo o impacto e rebatendo a 180 graus,
Ultrapassando a barreira do equilíbrio,
Encontrada em qualquer extremo.

Cidades se expandem, a natureza se retrai,
Sobrevivendo apenas o ser que mais se defendeu,
Enfim pronto para troca de energia.


escrito em meados de 2005

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Hora de quê?

Talvez as imagens surrealistas avermelhadas, que lhe surgiram à mente durante o sono, fossem reflexo da carga acumulada de alegrias e tristezas, durante os seus quarenta e tantos equinócios, com o impacto da conversa que teve com o seu melhor amigo no dia anterior, conversa esta que discutiram sobre a mecanicidade do seu viver, semelhante à sua própria rotina incolor na fábrica que lhe sustenta. Tais palavras vindas soaram como tapas de um despertador às 4h da madrugada de um domingo.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Boemia

A noite é de nostalgia e glória
As cinzas caem
E os copos (corpos) se esgotam
Ainda precisamos do desconhecido

23/01/10

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010