domingo, 17 de junho de 2012

Metade

Ela queria o meio de tudo
O meio da cama
O meio do sossego
Pois ela era uma parte caos e a outra paz
Um lugar que procurei e encontrei, mas...
E aí?
Metade caos
Metade de mim
Metade paz
Talvez sim
Talvez o fim

6 comentários:

  1. Interessante.. nem sempre o equilíbrio é o certo.
    Pode ser "em cima do muro" demais.

    Saudações

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  2. nosso inteiro é todo feito de metades e alguns fragmentos que acabaram se esvaindo pelos vãos dos dedos.

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  3. Metades, metades, um todo!
    Assim os relacionamentos ficam completos.

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  4. Metades, metades, um todo!
    Assim os relacionamentos ficam completos.

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  5. Essas metades realmente nos fazem pensar...e talvez se torne o fim.Lindo poema, beijos

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  6. Muito bom, parabéns. Faça uma visita ao meu blog minuto-literário.blogspot.com

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