Geração
Tudo que toca deixa lastro
Momento que incendeia
Abre espaço, torna vasto
No caminho, permeia
Obs. conheça o "Conceitos são reflexos", meu novo blog:
http://conceitossaoreflexos.blogspot.com/
24 de dezembro de 2008
17 de dezembro de 2008
Desconcertante. Embaraçosa. Linda!
Dar passagem ao novo. Desapego. "Passou!" Nada mais. (...) Palavras simples, porém duras. (...) Como esquecer alguém que passou pela nossa vida e deixou marcas? A sentença já fala por si só: "deixou marcas". (...) Não! Não estou falando de alguém em específico. Antes de tudo, quero deixar isto bem claro. Quando toco neste ponto, quero falar de todas as pessoas que passaram, estão ou passarão (ainda não sabemos quem são, mas elas existem!) pela nossa estrada. Algumas apenas colhem e nada mais. Outras nos sensibilizam de certa forma que não tem explicação. (...) Não sei o que mais. (...) Palavras desconexas... Mas precisava. Desculpe por qualquer coisa. Apenas um desabafo. (...) Às vezes penso (e a cada dia tenho mais certeza) que sou de uma natureza melancólica (alguém já disse isto!).
(Após a peça “Aldeotas”, Texto: Gero Camilo; Direção: Cristiane Paoli Quito; Elenco: Gero Camilo e Marat Descartes)
ps: Conheça também http://minhatvquerfalar.blogspot.com
11 de dezembro de 2008
não necessita de um título
nada do que escrevo ultimamente me agrada, me falta espontaneidade e a essência que sempre envolveu o ambiente e a mente.
sei que é algo que depende exclusivamente de mim, porém é como se tivesse perdido o rumo...
agora reflito sobre o ocorrido e vejo que pode ser devido à transformação do meu Ser, algo dolorido e necessário.
neste período confuso, ainda estou descobrindo meu caminho, e espero trilhá-lo com passos firmes e conscientes.
a consciência é o que sempre enxerga os limites, e também o que pode superá-los.
04/12/2008
nada do que escrevo ultimamente me agrada, me falta espontaneidade e a essência que sempre envolveu o ambiente e a mente.
sei que é algo que depende exclusivamente de mim, porém é como se tivesse perdido o rumo...
agora reflito sobre o ocorrido e vejo que pode ser devido à transformação do meu Ser, algo dolorido e necessário.
neste período confuso, ainda estou descobrindo meu caminho, e espero trilhá-lo com passos firmes e conscientes.
a consciência é o que sempre enxerga os limites, e também o que pode superá-los.
04/12/2008
3 de dezembro de 2008
Arrebentação
Sucessão de idas e vindas na vida. Pessoas. Passagens. (...) A gente se acostuma. Vamos descobrindo formas de enganar a saudade. (...) Mas até quando o coração agüenta? Arrebenta. Lágrimas. Silêncio.
26 de novembro de 2008
Pressa de Amar
Hoje estou com pressa de amar
A mesma rocha voltou pro lugar
Com pressa de amar, com pressa de amar!
A mesma hora o mesmo lugar
Hoje a rocha voltou pra me amar
Com a mesma pressa daquele lugar
A hora passa e a rocha ta lá
Hoje a pressa parou pra amar.
*Poema publicado na "XV Antologia Poética Hélio Pinto Ferreira"
Hoje estou com pressa de amar
A mesma rocha voltou pro lugar
Com pressa de amar, com pressa de amar!
A mesma hora o mesmo lugar
Hoje a rocha voltou pra me amar
Com a mesma pressa daquele lugar
A hora passa e a rocha ta lá
Hoje a pressa parou pra amar.
*Poema publicado na "XV Antologia Poética Hélio Pinto Ferreira"
19 de novembro de 2008
Experimentalismo
O nosso entendimento das coisas se baseia no conhecimento que temos de mundo. Isto não é segredo algum. Já disseram que o falar é social. É necessário. O processo em si a produto final. Este é apenas uma conseqüência. A sustentação se torna plausível, porém, é deveras suscetível a erros. Mas tudo tem 50% de chance de dar certo e 50% de dar errado. (Talvez!) E, hoje, mais do que nunca (como sempre), arriscar é preciso. Afinal, qual a sua leitura de mundo? (...) Pois é, às vezes temos que ligar o "foda-se". Pronto! Falei.
(Após a peça “Manter em Local Seco e Arejado”, Cia. [ph2]: Estado de Teatro, São Paulo)
13 de novembro de 2008
A trilha
Pela proximidade ao mar
Banhei-me de ilusão
Peixe de aquário
A ponto de me afogar
Nas profundezas da própria escuridão
No que parecia o último suspiro
O globo completou seu giro
Da lama começou a se afastar
Revelando a chama que mantinha
E acendendo as tochas pela trilha
O próximo oceano para mergulhar
Incandescente, alquímico
Com indizível força de atração
A partir do ponto onde os mares não se misturam...
Evapora a diferenciação
Todas as cores em uma só
Momento presente em todos os momentos
Quando ultrapassar a última fronteira
Tão distante da inicial poeira
Serão escritas as últimas palavras
Escrito em 18/09/2008
Pela proximidade ao mar
Banhei-me de ilusão
Peixe de aquário
A ponto de me afogar
Nas profundezas da própria escuridão
No que parecia o último suspiro
O globo completou seu giro
Da lama começou a se afastar
Revelando a chama que mantinha
E acendendo as tochas pela trilha
O próximo oceano para mergulhar
Incandescente, alquímico
Com indizível força de atração
A partir do ponto onde os mares não se misturam...
Evapora a diferenciação
Todas as cores em uma só
Momento presente em todos os momentos
Quando ultrapassar a última fronteira
Tão distante da inicial poeira
Serão escritas as últimas palavras
Escrito em 18/09/2008
5 de novembro de 2008
Chover-se
Fenecer-se aos poucos até findar-se não é um caminho muito nobre! (...) Estou aprendendo a amar novamente... Ou melhor, deixando-me amar novamente! (...) Liberdade para caminhar com as próprias pernas (alguém já disse isto!). Não é fácil. Fato! Mas, temos que tentar. (...) Até quando lutar por um alguém vale a pena? O tempo passa... A gente passa... A vida passa! (...) Eu li um dia desses que "o amor é um eterno recomeçar. Cada novo amor é como se fosse o primeiro e o último." Enfim... Dê-se o luxo de deixar-se amar! Nada mais.
30 de outubro de 2008
Ação
Na mudança
Circunstância necessária
Após estar muito no mesmo
Pude contemplar o pôr-do-sol
Não o de antes
E sem as cortinas que o cobria
Fitei-o
Seu brilho não ofuscava
Era o sublime momento
Onde a paciência se revelava...
Uma das mais necessárias virtudes
Que se deve cultivar
Sol,
A luz que se vê nos olhares
São emissões da mesma fonte
Estrelas no horizonte...
A diferença de rotina
Explica a multiplicidade de um mesmo
Sol.
Escrito em 14/10/2008 às 18:43
Na mudança
Circunstância necessária
Após estar muito no mesmo
Pude contemplar o pôr-do-sol
Não o de antes
E sem as cortinas que o cobria
Fitei-o
Seu brilho não ofuscava
Era o sublime momento
Onde a paciência se revelava...
Uma das mais necessárias virtudes
Que se deve cultivar
Sol,
A luz que se vê nos olhares
São emissões da mesma fonte
Estrelas no horizonte...
A diferença de rotina
Explica a multiplicidade de um mesmo
Sol.
Escrito em 14/10/2008 às 18:43
22 de outubro de 2008
Talvez seja saudade (Necessidade?)
A gente vai se esquivando e se enganando. E pra quê? (...) Sabe que me deu uma vontade, esses dias, de apenas te ver? Sei lá! Te ver! Nada mais. Estranho não é? (risos) Sabe... Sentar num lugar qualquer e ficar te olhando. Teu rosto. Teu sorriso. Olhos. Lábios. Cara a cara, saca? Mas eu sei que você vai ficar sem graça. É fato! (risos) Enfim... Mas a gente vai se esquivando e se enganando. Aos poucos se esvaecendo. E pra quê? Me diga! Não sei também. (...) Talvez pra quando chegar à noite, a gente abafar nossas lágrimas no travesseiro empoeirado de melancolia atravessada no tempo.
15 de outubro de 2008
Amor com o mundo
Sou roubado nessa vida, da tristeza e do caos
Pelos jovens, pelos porcos, pelas rosas
Sou roubado e massacrado
Nas esquinas escondidas e escuras
Nas esplanadas e planaltos
Nas ilhas e nos Alpes
Nas mansões e nos casebres
No jogo, na luta, nos sonhos
Absorvo e concretizo toda forma de amar...
Sou roubado nessa vida, da tristeza e do caos
Pelos jovens, pelos porcos, pelas rosas
Sou roubado e massacrado
Nas esquinas escondidas e escuras
Nas esplanadas e planaltos
Nas ilhas e nos Alpes
Nas mansões e nos casebres
No jogo, na luta, nos sonhos
Absorvo e concretizo toda forma de amar...
8 de outubro de 2008
Num conversar...
Um dia, um amigo me disse assim: - Meu pai sempre diz uma coisa muito interessante quando eu digo que as coisas não estão boas!
Então perguntei: - E o que ele diz?
Ele respondeu: - Se as coisas não estão boas, é porque ainda não chegou ao fim. Pois, tudo, tudo sempre acaba bem!
2 de outubro de 2008

A Nano-Existência do Infinito
Por quanto tempo o tempo só vai passar?
Será que um dia ele há de parar?
E se parar, como irá ficar?
Já parou pra pensar?
Do movimento do espaço nasce o tempo...
Mas do movimento do espaço em relação ao que?
É preciso um ponto de referência
Portanto, existe pelo menos outro espaço...
E o que tem ao redor deles?
Dois pontos ocupam algum lugar no espaço...
E esse espaço ocupa lugar no que?
No infinito...
Se o infinito é espaço,
O espaço são infinitos espaços?
O espaço é das dimensões que cada um enxerga a vida,
E será infinito quando o tempo parar,
Este só pára quando seu ponto de referência também chegar...
Por quanto tempo o tempo só vai passar?
Será que um dia ele há de parar?
E se parar, como irá ficar?
Já parou pra pensar?
Do movimento do espaço nasce o tempo...
Mas do movimento do espaço em relação ao que?
É preciso um ponto de referência
Portanto, existe pelo menos outro espaço...
E o que tem ao redor deles?
Dois pontos ocupam algum lugar no espaço...
E esse espaço ocupa lugar no que?
No infinito...
Se o infinito é espaço,
O espaço são infinitos espaços?
O espaço é das dimensões que cada um enxerga a vida,
E será infinito quando o tempo parar,
Este só pára quando seu ponto de referência também chegar...
25 de setembro de 2008
Almas sem rumo
Numa rua, numa praça
Num canto com seu pranto
Tenha chuva, tenha sol
Lá estão eles
Sujos, desnudos
Com fome, com frio
Sem chance, confiança, sem nada...
Não têm escolha
Apenas vivem sem viver
Apenas seguem sem saber
Não têm escolha
Girassóis sem força
Altos e baixos
Fortes e fracos
Marias, Antônios, Madalenas e Josés
Chega noite
E lá estão eles
Lá ficam eles
Sem nada
Num canto com seu pranto
Tenha chuva, tenha sol
Lá estão eles
Sujos, desnudos
Com fome, com frio
Sem chance, confiança, sem nada...
Não têm escolha
Apenas vivem sem viver
Apenas seguem sem saber
Não têm escolha
Girassóis sem força
Altos e baixos
Fortes e fracos
Marias, Antônios, Madalenas e Josés
Chega noite
E lá estão eles
Lá ficam eles
Sem nada
17 de setembro de 2008
Pára-quedas
Quero correr, brincar, pular, voar livre, e exalar os sintomas da vida.
Não posso deixar os valores medíocres suicidarem minha mente, por isso após o longo dia fecho os meus olhos e jogo fora toda a carniça que teima em se acumular, pois para mim ela não deve ter a mesma relevância que para abutres e vermes.
Com o tempo vou tentando buscar a compreensão na incompreensão, desvendar os mitos e admirar o que se esconde numa tal ilusão...
Estou quebrando as correntes, mas sem muito barulho, pois a pressa é a inimiga do que se pode chegar perto da perfeição.
Não quero tornar o simples em complexo, pois o simples, de tão óbvio chega a embaçar nossa visão e assim só deixa o complexo em evidência.
O ponto final pode não se aproximar, mas por hoje estou satisfeito, pois gargalhei com amigos, joguei conversa fora, conheci outro bairro, percebi o que mais pregou peças, quando descobri que a vida pode ter pára-quedas.
Quero correr, brincar, pular, voar livre, e exalar os sintomas da vida.
Não posso deixar os valores medíocres suicidarem minha mente, por isso após o longo dia fecho os meus olhos e jogo fora toda a carniça que teima em se acumular, pois para mim ela não deve ter a mesma relevância que para abutres e vermes.
Com o tempo vou tentando buscar a compreensão na incompreensão, desvendar os mitos e admirar o que se esconde numa tal ilusão...
Estou quebrando as correntes, mas sem muito barulho, pois a pressa é a inimiga do que se pode chegar perto da perfeição.
Não quero tornar o simples em complexo, pois o simples, de tão óbvio chega a embaçar nossa visão e assim só deixa o complexo em evidência.
O ponto final pode não se aproximar, mas por hoje estou satisfeito, pois gargalhei com amigos, joguei conversa fora, conheci outro bairro, percebi o que mais pregou peças, quando descobri que a vida pode ter pára-quedas.

10 de setembro de 2008
Uma simples epigrama pra você
Gosto de versos livres
Assim como gosto de você
Amo versos brancos
Mas, amo bem mais você
Assim como gosto de você
Amo versos brancos
Mas, amo bem mais você
4 de setembro de 2008
28 de agosto de 2008
Algumas Pessoas
Existem pessoas que nos são tão essenciais...
E a gente não se toca.
Retoca.
Então sentimos saudades!
E a gente não se toca.
Retoca.
Então sentimos saudades!
21 de agosto de 2008
Meu Ser
Uma noite, uma lua, eu espero
Um raio de luz, algo que desconheço
Enquanto todas as eras se passaram
Num minuto, num olhar, eu vislumbro
O que antes só podia sonhar
E desejar no profundo da minh' alma
Esse amor que não irá acabar
Água de um lago, que evapora e se renova
Irriga e preenche o meu ser
O seu amanhecer
Pode parecer tolo, mas é isso que desejo
Ter...
Autores:
Ana, Rafaela, Franciscus Danton, Victor Canti
Uma noite, uma lua, eu espero
Um raio de luz, algo que desconheço
Enquanto todas as eras se passaram
Num minuto, num olhar, eu vislumbro
O que antes só podia sonhar
E desejar no profundo da minh' alma
Esse amor que não irá acabar
Água de um lago, que evapora e se renova
Irriga e preenche o meu ser
O seu amanhecer
Pode parecer tolo, mas é isso que desejo
Ter...
Autores:
Ana, Rafaela, Franciscus Danton, Victor Canti
15 de agosto de 2008
7 de agosto de 2008
31 de julho de 2008
Entre procelas
Deixar-se viver é fenecer-se aos poucos.
(...)
Amigo, acorde! Acode-te!
É deveras sabido que o viver é breve.
Por isso, nada de sofismas e subterfúgios.
Destes já estou saturado.!
(...)
Cá entre nós, vejamos o que é iminentemente salutar.
(...)
Amigo, acorde! Acode-te!
É deveras sabido que o viver é breve.
Por isso, nada de sofismas e subterfúgios.
Destes já estou saturado.!
(...)
Cá entre nós, vejamos o que é iminentemente salutar.
23 de julho de 2008
O Grande Ditador
Pólvora, sinto seu gosto e sua fúria
Ao meu irmão e a mim feriu no peito
Um rio sedento de ambição e de lamúria
Conduziu a nação ao mesmo leito
No coração de ferro pulsa óleo
Comprado à custa de sangue humano
É o ouro negro das misérias
Entupindo-nos em ambiente urbano
Ruas mortas, acinzentadas
Hora do toque de recolher
A estupidez está armada
Em busca de glória e poder
Precisamos de força renovada
Não a mesma que faz sofrer
O amor é a evolução da estrada
Unindo-nos para verdadeiramente Ser
Inspirado no grande filme do mestre Charles Chaplin
Pólvora, sinto seu gosto e sua fúria
Ao meu irmão e a mim feriu no peito
Um rio sedento de ambição e de lamúria
Conduziu a nação ao mesmo leito
No coração de ferro pulsa óleo
Comprado à custa de sangue humano
É o ouro negro das misérias
Entupindo-nos em ambiente urbano
Ruas mortas, acinzentadas
Hora do toque de recolher
A estupidez está armada
Em busca de glória e poder
Precisamos de força renovada
Não a mesma que faz sofrer
O amor é a evolução da estrada
Unindo-nos para verdadeiramente Ser
Inspirado no grande filme do mestre Charles Chaplin
17 de julho de 2008
Incompreensão à flor da pele
Enquanto indagações veementes nos confundem. E a incoerência do passar se desdobra mais. Impondo-nos a idéia de que temos tempo para envelhecer. A gente, simplesmente, continua se embriagando de ilusões na tentativa de termos a sensação de que existimos.
10 de julho de 2008
3 de julho de 2008
A tarde cai
Gostaria de sentar-me diante desta folha em branco e deixar a caneta fluir como as águas fluem naquela correnteza. Mas não consigo. Gostaria de deitar-me, à noite, em minha cama e deixar os sonhos me levarem como os pássaros os deixam pela necessidade de migrar no inverno. Mas não consigo. Gostaria de te ver neste instante como posso ver as lágrimas percorrendo meu rosto no espelho. Mas não consigo. Gostaria de voltar a escrever poemas de amor como um dia assim foi. Mas não consigo.
26 de junho de 2008
Pelos últimos dias...
O dia estava estranho - ora cinza, ora azul. A rodoviária era de uma sujeira subjetiva. Não lhe agradava. Lugar onde pessoas desconhecidas vêm e vão todo instante. Queria estar longe dali. Na verdade, gostaria de estar longe de tudo e de todos. Poucos minutos tinham corrido, mas, pra ele, pareceram infinitos e incontáveis. Seu olhar era distante. Quando entrou no ônibus, continuava distante. Muito além do sujo vidro que preenchia a comum janela. Comum já vivera por tanto tempo. Era como tivesse vivido uma vida não sua. Sentia-se um estranho no seu próprio corpo. Talvez necessidade de provações. Mas, pra quem? Pra quê? Sem explicações. Naquele momento, tantos pensamentos embrulhavam sua cabeça. Estava perdido. Porém, um era mais pertinente: as diferenças que definitivamente (supostamente) havia entre ela e ele. Era como se procurasse uma balança para medir algo imensurável. Tudo indicava o óbvio. Mas, o amor era maior.
18 de junho de 2008
Percepção não moldada
“(...) Ele não entendia porque as pessoas grandes sempre olhavam para aquele negócio na parede, aquilo que eles chamavam de relógio. Era como se aquele objeto os repreendesse de alguma forma. Mas ele não conhecia nem o significado de ‘repreender’ (...)”.
12 de junho de 2008
4 de junho de 2008
29 de maio de 2008
Acreditar
Um momento de coragem
Um momento de dor
Um momento na história
Um momento de amor
Um momento de passagem
Um momento de atenção
Um momento no destino
Um momento de paixão
Um momento de saudade
Um momento de saber
Um momento na memória
Um momento de viver
Um momento de esperança
Um momento de sorrir
Um momento no futuro
Um momento de existir
Um momento de coragem
Um momento de dor
Um momento na história
Um momento de amor
Um momento de passagem
Um momento de atenção
Um momento no destino
Um momento de paixão
Um momento de saudade
Um momento de saber
Um momento na memória
Um momento de viver
Um momento de esperança
Um momento de sorrir
Um momento no futuro
Um momento de existir
21 de maio de 2008
Maria
Maria todo dia acorda bem cedo e vai se banhar. Toma seu café. E sai para o trabalho. Maria é fotógrafa. Ela mora sozinha. Maria tem uma paquera, mas, por enquanto, nada sério. Ela gosta de ir trabalhar de bicicleta. Maria tem uma bicicleta vermelha. Caso chova, ela vai de ônibus. Maria não tem carro. Ela não gosta de carros. Ela defende a idéia de que eles só poluem e deixam as pessoas irritadas por causa dos congestionamentos. Mas, Maria gosta das luzes vermelhas dos carros bailando à noite. Maria é apaixonada pela cor vermelha. Ela também tem um tênis vermelho. Ela gosta de imãs de geladeira que apresentam algum detalhe vermelho. Mas as paredes do apartamento dela não são vermelhas. Ela acredita que a cor de parede tem que ser calma. Maria é bem calma. Às vezes ela não gosta de ser assim. Maria tem muitos amigos. Maria não tem religião. Ela acredita que existe algo bem maior que não pode ser explicado. Maria não come carne. Ela se comove com um simples olhar de qualquer animal. Maria gosta de todos os tipos de queijo. Maria adora chocolate. Ela gosta de beber suco de morango com leite condensado. Maria nunca teve problemas com o seu peso. Ela nunca ligou para isto. Maria é feliz como é.
Desenho feito pela minha
amiga-desenhista-atriz-fotógrafa-musicista-etc. e tal
preferida: Laura! Muito obrigado, Lá!
Beijos!!!
15 de maio de 2008
A Arte É
Som, imagem, idéia
Acessada na busca da evolução
É a própria dualidade
Em sua forma magistral
Emanada da unidade
Não criada, revelada
Representação no plano material
Da verdade atemporal
A linguagem absoluta
Harmonia entre sonho e realidade
A arte pode ser uma linha reta,
As vezes torta,
Mas volta
Porque pra ela
A Vida é Arte
Som, imagem, idéia
Acessada na busca da evolução
É a própria dualidade
Em sua forma magistral
Emanada da unidade
Não criada, revelada
Representação no plano material
Da verdade atemporal
A linguagem absoluta
Harmonia entre sonho e realidade
A arte pode ser uma linha reta,
As vezes torta,
Mas volta
Porque pra ela
A Vida é Arte
9 de maio de 2008
Parabéns!
No dia 9 de maio de 2006, dois grandes amigos, amantes das artes, começavam a caminhada na busca de novas formas de expressão, algo que os revelasse e conduzisse à liberdade do ser, à “Margem Oposta”, a busca maior dos seres humanos.
Hoje, após 2 anos, esta caminhada continua, por “trilhas, vales e montanhas”, com a certeza de que o objetivo está sendo cumprido.
O mais importante de tudo é a motivação que é transmitida a cada “passo”, são os visitantes, blogueiros ou não, que são encontrados ao longo da estrada, vivenciando as mesmas aventuras, nessa troca que sempre o resultado é a soma.
Com novo visual, novo endereço e novas jornadas,
COMEMORAMOS E AGRADECEMOS, PRINCIPALMENTE, A SUA PRESENÇA!!
Beijos e abraços para todos!!
Obs.: “O segredo da viagem é levar o melhor de si.”
Equipe A Margem Oposta
Hoje, após 2 anos, esta caminhada continua, por “trilhas, vales e montanhas”, com a certeza de que o objetivo está sendo cumprido.
O mais importante de tudo é a motivação que é transmitida a cada “passo”, são os visitantes, blogueiros ou não, que são encontrados ao longo da estrada, vivenciando as mesmas aventuras, nessa troca que sempre o resultado é a soma.
Com novo visual, novo endereço e novas jornadas,
COMEMORAMOS E AGRADECEMOS, PRINCIPALMENTE, A SUA PRESENÇA!!
Beijos e abraços para todos!!
Obs.: “O segredo da viagem é levar o melhor de si.”
Equipe A Margem Oposta
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